Terminal Hidroviário de Curuá segue em construção

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Bruno Magno

O Terminal Hidroviário de Passageiros e Cargas de Curuá, na sub-região da Calha Norte, já está com mais de 86% das obras concluídas. O equipamento, orçado em quase R$ 4 milhões, é construído com recursos financiados pela Caixa Econômica Federal e vai beneficiar cerca de 14 mil moradores do município e atender mais de dois mil usuários por mês.

“O terminal hidroviário de Curuá será uma ferramenta pública que vai trazer dignidade e conforto para os usuários na região do Baixo Amazonas. Quando for finalizado, vai se juntar aos outros terminais já entregues na região, que vão fazer a grande integração do modal hidroviário”, destaca Abraão Benassuly, presidente da Companhia de Portos e Hidrovias do Pará (CPH).

No momento, os operários trabalham na conclusão do aterro, urbanização, paisagismo, pintura na área externa e instalação de acessórios. O terminal de passageiros e o terminal de cargas já foram concluídos. Desde o ano passado, o terminal possui outorga da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para operar na região.

Com 266,80m² de estrutura física, o equipamento conta com terminal de cargas, cadeiras confortáveis, carrinhos para bagagens, guichês para vendas de passagens, sala para órgãos de defesa social, televisão, bebedouro, banheiros masculino, feminino e para portadores de necessidades especiais. Já a obra naval compreende duas rampas metálicas articuladas cobertas, uma rampa para acesso ao flutuante principal coberto, além de sistema de amarração e fundeio para embarcações.

Quando ficar pronto, o terminal será administrado pela prefeitura de Curuá. A obra gerou 70 empregos diretos e 25 indiretos na região.

Integração – O Terminal Hidroviário de Curuá será o quarto entregue pelo governo do Estado na região do Baixo Amazonas. Já estão operando os terminais hidroviários de Terra Santa, Faro e Prainha. Em breve, o governo também vai entregar os terminais de Almeirim, Santana do Tapará e Santarém, concluindo assim, a integração do Baixo Amazonas por meio do modal hidroviário.

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