Adepará faz um balanço das ações de combate à mosca da carambola no Estado

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Monique Hadad

Praga que ataca quase 30 espécies de frutos, muitos deles integrantes da cadeia produtiva do Estado, a mosca da carambola foi alvo de uma intensa ação de combate da Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adepará) ao longo do ano passado. Um balanço divulgado pela Gerência de Educação Sanitária do órgão mostra que as atividades desenvolvidas com diversos segmentos para conter e erradicar o problema totalizaram 383 ações e envolveram mais de 8.500 pessoas.

Os danos decorrentes da praga podem resultar em prejuízos de grandes proporções ao país, incluindo perdas econômicas e sérios impactos ambientais. Entre as ações da Educação Sanitária realizadas pelos técnicos da Adepará estiveram palestras educativas, cursos, treinamentos, abordagens e orientações. As atividades são executadas em consonância com o Programa Nacional de Erradicação da Mosca da Carambola.

“A Gerência de Educação Sanitária coordenou, executou e participou de 140 ações, atingindo um público de 4.125 pessoas. Complementando as ações desenvolvidas em Belém, as gerências regionais e as unidades locais também estiveram à frente de outras 243 atividades, auxiliando 4.590 pessoas, com destaque para o trabalho das gerências regionais de Breves, Almeirim, Santarém e Capitão Poço”, destaca a engenheira agrônoma e fiscal da Adepará, Gabriela Cunha.

A gerente de Educação Sanitária Lucilene Nascimento, ressalta que a meta da Adepará é levar orientação e conscientização a toda a sociedade. “Para isso, precisamos conhecer o público-alvo a ser trabalhado e, dessa forma, empregar a melhor metodologia para que as ações desenvolvidas alcancem a eficácia esperada”, frisou.

Cabe aos técnicos da Educação Sanitária uma missão estratégica, que é dar suporte às ações de inspeção e defesa animal e vegetal em todo o território paraense. “Os servidores que atuam em campo, lotados nas regionais, Ulsas, escritórios e postos de fiscalizações, são os multiplicadores das informações sobre prevenção e controle de pragas dos vegetais e doenças dos animais. Ou seja, são os ‘anjos da guarda’ da sanidade agropecuária paraense”, concluiu Lucilene.

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