Defesa Civil Nacional reconhece situação de emergência em Monte Alegre

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A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, reconheceu o decreto de Situação de Emergência no município de Monte Alegre, atingido pelas fortes enxurradas no dia 17 de novembro. Esse reconhecimento teve início com a expedição de decreto pelo prefeito Jardel Vasconcelos, ouvida a Comissão Municipal de Defesa Civil, que encaminhou relatório à Diretoria Estadual de Defesa Civil.

A portaria de número 2999 foi publicada no Diário Oficial da União reconhecendo o município de Monte Alegre em Situação de Emergência, motivada pela enxurrada da forte chuva que caiu sobre o município no dia 17 de novembro. O prefeito Jardel Vasconcelos, decretou Situação de Emergência no dia 19, após constatar diversas famílias desabrigadas, casas destruídas e o sistema de captação de água da Cosanpa danificado, ocasionando a falta de abastecimento de água para a população. Além dos estragos há ainda o risco de desabamento de casas nos bairros de Pajuçara, Serra Ocidental e Curitanfã.

Jardel Vasconcelos justificou que o alto índice de precipitação pluviométrica ocorrida no dia 17, chegando a 239,6mm na área urbana de Monte Alegre, provocou o surgimento de enxurradas bruscas, intensas e violentas, nas áreas urbanas e rurais do município, com o alto poder destrutivo. Em decorrência do Desastre, os bairros mais afetados foram, Pajuçara, Planalto, Curaxi, Serra Ocidental, Turu, Terra Amarela, Surubeju, Curintanfã e Camarazinho, resultando em 4.200 metros de vias públicas danificadas e cerca de 2.906 famílias afetadas, somando uma população de 14.583 pessoas que foram afetadas com a chuva. Ainda pelos dados da Secretaria de Educação do município, 793 alunos foram afetados, nas três escolas que foram danificadas diretamente pelo sinistro.

SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA

Com o reconhecimento da Situação de Emergência a Secretaria de Trabalho e Inclusão Social de Monte Alegre (SETRINS), está fazendo um novo cadastro das famílias afetadas pela enxurrada no município, para que possam receber os benefícios da SEASTER (Secretaria de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda), com um salário mínimo durante três meses, assim como o cadastro na COHAB (Companhia de Habitação do Estado do Pará), para que as famílias afetadas possam receber o Cheque Moradia, construírem suas casas em outro local e não retornar mais para as residências interditadas pela Defesa Civil.

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